A celebração dos 65 anos da Record TV nos motiva a continuar acreditando no trabalho dedicado, incansável e, principalmente, voltado aos interesses da sociedade.

No ar desde 1953, a emissora atravessou muitos reveses – como incêndios, que ceifaram não apenas instalações físicas, mas também materiais históricos e singulares –, contudo, jamais abandonou a semente plantada por seu fundador, o empresário Paulo Machado de Carvalho.

Muitas transformações ocorreram desde aqueles tempos pioneiros, de parcos equipamentos de filmagem, pouca mão de obra qualificada, mercado publicitário incipiente e, principalmente, público limitado pela quantidade de aparelhos receptores. Hoje, a Record TV, pertencente ao bispo Edir Macedo, faz parte de um grupo de mídia detentor também de canal por assinatura, portal de notícias, emissora de rádio e uma produtora.

Precisamos lembrar que, ao tempo em que a sociedade homenageia veículos midiáticos, ela renova a firme e incansável defesa da liberdade de expressão. Desse modo, desfraldam-se bandeiras em favor da manutenção da democracia, que, segundo o grande estadista Winston Churchill, “é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum sistema melhor que ela”.

Em mais de sessenta anos, o mundo mudou em velocidade assombrosa. A aldeia global de que se falava até como utopia tornou-se realidade, sobretudo, devido à superveniência de novas tecnologias, que derrubaram fronteiras tanto geográficas quanto simbólicas.
Nesse contexto, a Record buscou a expansão quantitativa, visando a alcançar todo o território nacional, sem, evidentemente, descuidar do aspecto qualitativo, que tem permeado todos os seus projetos de revitalização e de planejamento estratégico.

Em razão disso, o público vem aumentando em todas as suas plataformas. E a diversidade da programação oferecida se faz acompanhar pelo multifacetado perfil de seus espectadores.

Sem prescindir do compromisso com firmes princípios éticos e morais, a Record TV vem marcando seu lugar na história da imprensa brasileira ao abrir as portas para a circulação irrestrita da informação, bem imaterial de suprema importância em quaisquer tempos ou governos.

Além disso, abrir-se às reivindicações da sociedade, seja por meio das redes sociais, seja por outros canais de participação popular, é outra forma de participar da construção de um Brasil melhor, o que realiza sem pendores ideológicos ou preconceituosos.
Nesse contexto, no momento em que efusivamente cumprimentamos a Record TV pelo transcurso de 65 anos de existência, fazemos questão de registrar nossa admiração e louvor pelo exemplo de independência e maturidade que a emissora tem oferecido a todos nós.

Que a Record TV e todo o conglomerado sigam o caminho da livre informação, sob os auspícios da responsabilidade e do respeito permanentes para com as cidadãs e os cidadãos brasileiros.
Parabéns, Record TV!