A Campanha de combate ao trabalho infantil no carnaval de 2108: “Criança não é mão de obra” foi lançada na tarde desta terça-feira (06), pela secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza, Tia Eron (PRB), no auditório do Banco do Nordeste, no Comércio. O evento contou com a participação da promotora da infância, Márcia Rabelo, Conselheiros Tutelares e representantes de órgãos do sistema de garantia de direitos.

A Semps, em parceria com o Ministério Público do Trabalho, criou a cartilha 10 razões por que a criança não deve trabalhar. O guia informa que o trabalho prejudica a saúde das crianças e adolescentes. Elas serão distribuídas  nos circuitos do carnaval. Segundo a secretária, “a campanha se consolida com o objetivo de desconstruir a naturalização do trabalho infantil. Queremos criar uma consciência cidadã, informando, mobilizando e atuando para o combate. Garantindo os direitos dos 24 mil meninos e meninas que trabalham durante o carnaval”, disse Tia Eron.

Trabalho infantil

A promotora da infância, Márcia Rabelo, afirmou que o trabalho infantil é um mal social que  precisa ser banido. “Esta Campanha vem somar com nossas frentes de trabalho. Precisamos ter o reconhecimento  de que o trabalho infantil é uma violação aos direitos  das crianças e dos adolescentes”, concluiu.

Márcia Rabelo ainda informou que o Ministério Público estará trabalhando durante todo o carnaval. Para atendimentos extrajudiciais o telefone é: 71-3321-1949.

Estiveram presentes as vereadoras Rogéria Santos (PRB), atualmente a vice presidente da Comissão de Criança e Adolescentes da Câmara Municipal, e Ireuda Silva (PRB), autora do projeto que   regulamenta a remuneração dos Conselheiros Tutelares durante o carnaval.